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A importância em ser um doador de sangue.
Publicada em 26/05/2015

A importância em ser um doador de sangue

   Não há substituto ao sangue humano. Só a doação pode salvar vidas em casos onde os hospitais precisam repô-lo, como para cirurgias, tratamento em pacientes com câncer e com doença renal crônica. Sem contar em casos de acidentes e catástrofes naturais.

   Por isso, mais do que captar um doador, o que os hemocentros e o Ministério da Saúde querem é criar a fidelização dos doadores, isto é, fazer com que as pessoas doem com frequência. De acordo com dados da Coordenação-Geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério, entre as pessoas que doaram sangue nos últimos cinco anos, 40% o fizeram duas vezes por ano – índice abaixo do ideal.

  Um dos fatores principais para esse quadro é a desinformação. Para Carbone, “muitas pessoas têm medo de doar porque acham que é muito doloroso ou que vão sentir-se mal depois da doação. O que não é verdade. A única dor existente é a da picada da agulha, o que é suportável”.  É impressionante a habilidade das pessoas que trabalham com a coleta de sangue.

  Em cada doação são retirados, em média, 450 mililitros de sangue, o que é pouco. Uma pessoa adulta tem, em seu corpo, cerca de cinco litros de sangue. Além da regularidade, com a fidelização as equipes que cuidam dos hemocentros podem conhecer e ter controle maior da qualidade do sangue doado. É uma maneira de tornar o cadastro mais seguro.

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